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terça-feira, 12 de junho de 2012

When I fall in love

I feel no need for anyone to my side, but sometimes I find myself wondering how it would be nice to have someone to share moments, create intimacy, power hugging, kissing, plan ahead, have a place to stay, let life happen, rest, I worry about how anyone will be with me, get angry, remember with fondness, longing cry and laugh with joy.
I even want someone part of my life, except that this is a romantic view of life so common in movies.
Create illusions about people not part of my life and love much worse, unfortunately I fell in love only once in my life, was the magical thing that happened, the whole world stopped and started the same way that ended. Only I've changed and life is still happening.
In more than two decades nothing was different in terms sentimental, had interests and passions not capable of overwhelming the world to stop, I was blown away with the nerves to the skin, a burning sensation throughout the body, but not nearly as I fell in love.
Maybe miss falling in love again, forget the rigor of my mind and let life happen, let the whole education received and given twelve years and fall in love again without fear of being happy.
Unfortunately it is not easy to leave the life course, always find myself trying to live as you like and not how it should be blocking everything and everyone around me, being independent and feeling protected, without danger of falling in love and not be matched.
It was a play I heard "love is you love, not who is loved" and may justify my desire to always want to just not looking for anything or anyone.

Provoking jealousy

In over three decades to make scene never happened because of me or me jealous.
Do not recall that anyone could fall for a type like mine, until now step through life without arousing passions overwhelming anyone. If there was something very platonic same. Not that it needed to live, so I'm alive and well today.
Recently happened to cause such a ceninha jealousy in most passionate lover, who pretended not to understand what was happening.
 I am not one of those lovers who loves to have that love to play in the end is worthy. No, I'm the type if you want to look good, you do not want Amen. Do not move the world and because of no funds. I've been accused of never having loved, because he loves kill or die for the loved one. I do not think love is this passionalidade all, believe in love that is built on being together, in friendship above all.
I was flattered with the subtlety of the scene, did not cause me jealous, then not wanting anything to ask something related to the episode and how no one is innocent may have noticed that has not gone unnoticed by my eyes.
These tired eyes did not lose a bid even mainly related to its owner.

sábado, 2 de junho de 2012

O Filho do Pastor

Assisto a muitos filmes e geralmente quase todos mostram o fascínio quer o poder exerce sobre o reles mortal, um assunto tão antigo como a existência humana, provavelmente já nasceu junto com o inicio de tudo.
 No dia a dia vulgar que levo vejo como um poder relativo pode mudar pessoas e os que estão a sua volta.
Basta alguém possuir o veto de decidir qualquer assunto para aglutinar os que são chamados popularmente de “puxa-saco” ao redor.
Conheço uma pessoa que chegou ao ponto máximo da vida em namorar o filho de um pastor de igreja evangélica. A todo instante fala que o namorado é filho do pastor, como se fosse o próprio filho de Deus reencarnado.
A pouco o filho do pastor prestou um teste para tocar e cantar no coro de outra congregação e passou e mudou de igreja. De certo encontrará uma filha de pastor e fará o casamento perfeito, deixando minha adorável amiguinha a ver navios, já que é uma novata da igreja e tem por infelicidade ser mãe solteira, coisa que não é bem vista pela mãe do filho do pastor.
Fiquei a pensar nessa situação desde que vi na televisão um programa evangélico que discutia como deveria ser evitado perder os membros da igreja, seja para o “mundo” ou para outra congregação. E justamente o filho do pastor jamais poderia prevaricar, a princípio deveria levar a cabo os desígnios de sua comunidade em prol dos ensinamentos de Cristo e não escolher o caminho de realização pessoal em tocar num coro de igreja maior.
Pode parecer fatalista já escrever o final da história sem deixar o curso correr naturalmente, só que essa história acontece a todo instante, sutilmente cheguei a sugeri que ela também mudasse de congregação, já que o “boi só engorda aos olhos do dono” , como dizem em Minas Gerais, mas foi recusada a sugestão, ‘meu grupo se encontra na igreja que faço parte’. Será com olhos de quem já viu esse roteiro antes que irei assistir o desfecho dessa história...
Conversando em casa sobre a fascinação do poder, lembrei do caso da infeliz Sandra Gomide, que fascinada com o poder do jornalista Pimenta Neves terminou seus dias vítima de um crime bárbaro que estampou capas de jornais.
Muito foi dito, de como ele usou o poder que tinha para conquistá-la e como ela se deixou conquistar.
O poder foi e continuará sendo um grande afrodisíaco e quando menos percebemos já estamos onde não gostaríamos de estar.
Afinal atire a primeira pedra quem nunca se sentiu perturbado com o poder.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Norma Bengell - a estrela de outrora

Entro no salão e sou prontamente atendido, perguntam-me se tenho alguma preferência, aponto e digo que vou esperar.
Pensando bem a senhora que me atendeu foi simpática, dirijo-me a ela e pergunto se pode me atender e ela prontamente o faz.
Já sentado em minha poltrona a deixo me servir, enquanto isto presto atenção ao que está passando na televisão que está ligada em um programa popular.
De repente, há uma chamada para uma estrela do cinema que está na miséria e pede ajuda, fico de “orelhas em pé” para saber quem a desafortuna estrela que agora presa a uma cadeira de rodas necessita de ajuda. Por instantes lembro-me de já ter visto semelhante cena, a Wilza Carla teve igual desfecho, estrela de outrora e que terminou seus dias entrevada em uma cadeira de rodas. Vem a mente algumas cenas do filme “O que terá acontecido a Baby Jane?” com Bette Davis e Joan Crawford, onde uma estrela de outrora que na idade madura fica presa a uma cadeira de rodas.
Findo o comercial, volta a chamada da infeliz estrela do cinema e o mistério e desfeito, e para minha surpresa vejo a atriz Norma Bengell chorando e dizendo que está passando por dificuldade e volta para o apresentador anunciando outras reportagens para daqui a pouco.
Chego em casa correndo e ligo a televisão para ver a reportagem da estrela Norma Bengell e para minha infelicidade o programa já havia passado, minha curiosidade só aumentou.
Ligo o computador em busca de noticias para esclarecer o porque da grande Norma Bengell se encontrar em dificuldades, entro no site do jornal “O Globo”: http://oglobo.globo.com/cultura/presa-dividas-uma-cadeira-de-rodas-sem-trabalho-norma-bengell-quer-voltar-ao-cinema-2801410, e sacio minha curiosidade.
Passo o resto da tarde a pensar, como a vida é algo misterioso, por vezes nos faz crer que somos fortes e que podemos tudo e por motivos torpes nos mostra como somos fracos. Uma queda derrubou uma estrela, se não for a maior do cinema nacional de certo uma delas ainda viva.
Já assisti muitos filmes com a atriz Norma Bengell e alguns me impressionou, não pude esquecer como foi brilhante no “Pagador de Promessas”, de Anselmo Duarte,“Noite Vazia”, do Walter Hugo Khouri, sua interpretação de Brigitte Bardot, no “Homem do Sputnik, de Carlos Manga. Sem dizer a direção primorosa do filme “O Guarani”.
Foi constrangedor ver a cena de uma senhora sentada numa cadeira de rodas se esvaindo em lágrimas, principalmente em se tratando de uma grande estrela.
Norma Bengell com certeza vai se recuperar e continuar sendo uma das grandes estrelas do nosso grandioso cinema brasileiro.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Homens de Branco

Ligo a televisão, começo a sapear, para num canal vejo um pouco o que está passando e sigo adiante. De repente vejo uma multidão de homens vestindo roupa branca, de cima a baixo e falando como uns condenados.
Presto atenção no que estão falando, ou melhor, no que está ao centro diz, fala sobre religião, passe, descarrego. A principio pensei que fosse um programa kardecista, depois pareceu ser candomblé e por fim pude perceber que era uma pregação de uma entidade evangélica, que por sinal trava uma guerra ferrenha  contra qualquer atividade religiosa diferente do que acreditam.
Fiquei bestificado, com o perdão do trocadilho, ao ver quem antes expulsa demônios, fala mal de macumba, não acredita em reencarnação, seguindo uma doutrina onde devemos tomar passe para descarregar as más energias vindas de “olho gordo”, inveja, etc.
Santo Deus, daqui a pouco teremos uma nova religião no Brasil, a “Mistureba”, onde todos podem ministrar passes, expulsar demônios, fazer macumba, rezar, orar, enfim ser o que quiser desde que a contribuição no final de cada culto seja depositada.
Na praia a sessão de passe será de graça, na igreja em dias específicos também, pelo visto a concorrência para os espíritas, kardecistas e do candomblé está aumentando.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Estagiotários

Cursar Farmácia implica em uma série de dificuldades, matérias difíceis, tempo escasso, salário baixo, sem contar que para melhorar o currículo os cursos extras são muito caro. Muito diferente do que muitos pensam, para ser farmacêutico tem que estudar muito. Infelizmente muitos confundem o farmacêutico com o atendente do balcão de drogarias, duas classes totalmente distintas, um só precisa saber ler e escrever e o outro têm que ter um diploma universitário, a diferença é só essa.
E se não bastasse só à grade curricular o estudante de farmácia tem que estagiar nas áreas de indústria, drogaria ou farmácia.
E para alegria geral dos donos de drogarias e farmácias esses estágios geralmente não são renumerados, simplesmente o aluno deve cumprir uma quantidade de horas gratuitas trabalhando e sendo avaliado por um profissional, caso essa avaliação não seja a das melhores o aluno não consegue validar o estágio.
Senti náuseas ao ouvir a coordenadora de estágio dizer com a maior tranqüilidade que a maioria das drogarias e farmácias não paga pelos estágios, como se fosse normal trabalhar de graça.
Sou a favor da filantropia, trabalhar por uma causa nobre é bonito e digno de quem o faz, mas daí trabalhar de graça para dono de drogarias e farmácias é fazer do estudante um idiota completo, uma verdadeira “pilantropia”.
Curso de saúde é caro e alunos andam sempre sem dinheiro e trabalhar de graça é uma cretinice sem tamanho, sinto vergonha do CRF, que ao invés de fazer algo de útil simplesmente acha tudo normal e deixa essa bandalheira acontecer naturalmente.
É importante o futuro profissional estar atuando na área, mas de graça é uma falta de respeito por quem paga tão caro no curso.
Infelizmente somos vítimas do desleixo de um órgão que deveria buscar o melhor para os profissionais a ele ligados.
Não vejo cursos para capacitar os futuros farmacêuticos sendo distribuídos gratuitamente nas instituições de ensino, todos são religiosamente cobrados e bem cobrados, e se quiserem realmente ajudar os futuros profissionais, então comecem pelo salário decente e cursos de qualificação mais acessível.
Aprender atender no balcão o Farmacêutico terá a vida inteira para isso.

sábado, 28 de abril de 2012

Galináceos e outros negócios

Indo para a faculdade, vi na rua um galináceo ciscando, fiquei preocupado, poderia ser atropelado, fiquei com vontade de tirar a blusa de frio e espantar o franguinho até o parque de onde havia saído, mas para minha tranqüilidade o “fran-galinho” atravessou a rua e foi em direção ao parque de onde havia saído.
Fiquei de passar pelo parque da Água Branca de onde o franguinho havia saído e que outra vez já havia visto alguns galináceos ciscando.
Sábado passei pelo parque vi uma quantidade de galináceos preguiçosos todos dormindo em plena luz do dia e ainda tem outros tantos ciscando, o parque parece o paraíso dos franguinhos.
Minha vontade foi ficar sentado admirando os galináceos, mas como tinha que ir embora não pude ficar na companhia deles, assuntos urgentes me esperava, o Serviço de Proteção ao Crédito de São Paulo havia criado um mutirão junto com algumas empresas para negociação junto com os devedores a fim de restabelecer o crédito. Uma iniciativa de grande importância, este ano o local escolhido foi Itaquera, perto do Itaquerão, o futuro estádio de futebol do Corinthians.
Fiquei mais de duas horas na fila para poder consultar a restrição que havia e depois outra fila para conseguir uma senha para negociar a divida e depois dessa maratona consegui ser atendido e fazer um ótimo negócio,  tive a divida amortizada, eliminando os juros excessivos e parcelas que cabe no meu orçamento , um bom negócio.
Foi um sábado que me fez recuar no tempo e ter lembranças da infância ao inicio da vida adulta, a infância pelas galinhas garnisé que tinha como animais de estimação e do tempo que trabalhei no SCPC. Duas épocas distintas que de alguma maneira hoje ficaram juntas.

sábado, 14 de abril de 2012

Visões

Pode parecer estranho escrever o que vi neste final de semana, estava em casa no sábado à toa jogando conversa fora com minha mãe enquanto ela limpava a casa, quando me virei e vi sentada na escada uma criança, a vi por duas vezes, mas não havia ninguém no local, mas que vi isso não tenho dúvida e o pior era que não tinha presença física, pude ver e não sentir a presença da matéria, somente a parte volátil é que estava presente.
Não fiquei com medo do que vi, certa vez vi meu anjo da guarda e foi num momento especial, dessa vez não foi por acaso, a vi sentada e ela não reagiu de maneira nenhuma, estava quase invisível e depois da segunda vez que a vi desapareceu.
Como alguns pode suspeitar não havia ingerido nada e muito menos experimentado substancia alucinógena, havia dormido muito bem e estava num momento de desconcentração matraqueando com minha mãe.
Não tenho o dom da vidência e muito menos ouço vozes ou falo com espíritos, meu senso de alucinações não funciona de maneira alguma, então não corro perigo de estar tendo alucinações e vendo gente morta, o que infelizmente ocorre e que vejo gente idiota o tempo todo, se a maioria das pessoas estivesse como aquela criança que vi estaria feliz, pois não parecia apresentar perigo e estava quieta.
Brincadeira à parte, não me pareceu algo comum o que vi, pode ser uma pessoa desencarnada que por um lapso pude captar seu plasma, só não consigo entender o que faria com que estivesse sentada na escada de casa, se realmente for verdade o que vi o que estaria buscando tal infante na escada de casa?
Não houve nenhuma tentativa de comunicação simplesmente estava sentada e sentada permaneceu, o dia transcorreu naturalmente e nada de anormal aconteceu no final do dia, cortei o cabelo, cansado adormeci, acordei com o povo na rua fazendo a maior algazarra.